Eloá Cristina Pimentel, nascida em Presidente Prudente, São Paulo, em 30 de maio de 2000, e falecida em Santo André, São Paulo, em 17 de outubro de 2008, foi vítima de um crime que ganhou grande repercussão nacional e levantou debates sobre segurança, mídia e violência.
O caso Eloá refere-se ao sequestro e cárcere privado seguido de morte da adolescente, praticado por seu ex-namorado, Lindemberg Alves Fernandes. O crime se iniciou no dia 13 de outubro de 2008, quando Lindemberg invadiu o apartamento de Eloá e sua amiga Nayara Rodrigues da Silva. Nayara foi liberada, mas Eloá permaneceu refém por cerca de 100 horas.
Durante o sequestro, houve intensa cobertura midiática, com negociações entre a polícia e Lindemberg sendo transmitidas ao vivo. A cobertura gerou controvérsias, com críticas sobre a exposição excessiva da situação e o impacto na condução das negociações.
No dia 17 de outubro, após uma aparente trégua, policiais invadiram o apartamento após ouvirem disparos. Eloá foi baleada na cabeça e Nayara, que havia retornado ao local a pedido da polícia, foi atingida no rosto. Eloá foi levada ao hospital, mas não resistiu aos ferimentos.
O caso Eloá evidenciou a questão da <a href="https://pt.wikiwhat.page/kavramlar/violência%20contra%20a%20mulher">violência contra a mulher</a> e a necessidade de políticas públicas para prevenir e combater relacionamentos abusivos. Lindemberg Alves Fernandes foi condenado a mais de 39 anos de prisão pelo crime. O caso também gerou discussões sobre a <a href="https://pt.wikiwhat.page/kavramlar/responsabilidade%20da%20mídia">responsabilidade da mídia</a> na cobertura de eventos como este e o papel da polícia em situações de sequestro.
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